Grande lançamento da Yashica…

A Yashica irá lançar dois modelos de câmeras analógicas no Brasil, uma com zoom e outra sem. O gerente comercial Ricardo Mafra disse que, com certeza, elas vão custar menos de R$ 100, ou “não ficaria competitivo”.

A empresa fez uma avaliação de mercado e, segundo Mafra, vale a pena investir neste segmento. “Todas as empresas deixaram de fabricar esse tipo de câmera e há um público que, ou por dificuldades financeiras ou por dificuldades com a tecnologia, preferiria comprar uma máquina analógica”, disse  executivo.

O argumento relacionado à dificuldades com tecnologia é compreensível, já que algumas pessoas mais idosas, por exemplo, podem não ter muita paciência de aprender a mexer no aparelho.

Já em relação às dificuldades financeiras, não é convincente: pode-se comprar uma câmera de 5 megapixels por R$ 299 em 12 vezes na lojas de departamento, com a vantagem de colocar no Orkut facilmente e nunca mais ter que comprar filmes nem pagar por revelações.

A marca de câmeras Yashica retornou ao Brasil neste mês, depois de um ano e meio fora do país, e também está apresentando cinco modelos de câmeras digitais, de 5, 8, 10 e 12 megapixels.

A minha pergunta é: Algum ser humano em estado normal, compraria uma máquina analógica? Ainda mais com o preço que estão as máquinas digitais…

Tecnologia nas Escolas…

A presença cada vez mais comum de telas sensíveis ao toque (touchscreens) em dispositivos móveis e de lousas digitais (smartboards) em escolas e universidades indicam que mouse e teclado estão com os dias contados e provavelmente não terão lugar nas salas de aula do futuro. Dois projetos apresentados semana passada na Feira de Tecnologia de Petrópolis (FTP 2008) dão pistas de como a tecnologia poderá transformar as salas de aula.

Na palestra mais esperada do evento, o pesquisador Johnny Chung Lee, phD em interação homem computador pela Carnegie Melon University e recém-contrado pela Microsoft, mostrou projetos de novas interfaces baseadas no Wii Remote, o revolucionário controle do videogame da Nintendo, capaz de reconhecer movimentos. Entre os projetos, a Whiteboard, versão de baixo custo das lousas virtuais, cujos preços giram em torno de alguns milhares de dólares.

IDÉIA SIMPLES

A idéia surpreende pela simplicidade. O Wii Remote tem uma câmera sensível a radiação infra-vermelha e capaz de reconhecer movimentos de até quatro pontos. Lee conectou um projetor e um notebook ao controle via bluetooth, lançando a imagem sobre uma superfície que de projeção (como uma tela branca, uma mesa ou um LCD). E montou uma caneta com uma simples luz infra-vermelha e um botão para ligá-la e desligá-la. Depois, escreveu um programa para reconhecimento de movimentos em linguagem C+ usando bibliotecas abertas e compatíveis com Windows, Mac e Linux, e DirectX.

PROJETO DE 5O DÓLARES

Em sua palestra da FTP 2008, Johnny Lee ligou a caneta uma vez em cada canto da tela para marcar a área a ser reconhecida. Feito isso, ele pode “escrever” usando o Paint e controlar o Google Earth, localizando a cidade de Petrópolis. “Qualquer software educacional pode ser usado com essa interface”, diz Johnny Lee.

Ele explica que trata-se de um protótipo, mas que pode ser facilmente transformado em produto final se houver interessados. A caneta, por exemplo, não existe no mercado, e o software precisa de acabamento final. Além do notebook e do projetor, Lee gastou US$ 50 (US$ 10 para montar a caneta e US$ 40 na compra do controle). Confira vídeos dos projetos de Johnny Lee Chung em http://www.cs.cmu.edu/~johnny/.

TESTES EM ESCOLAS PÚBLICAS

A IdeaValley, criadora da tecnologia Flip para visualização de impressos (usada em O DIA DIGITAL) também aprensentou a sua visão de sala de aula do futuro. Trata-se de uma carteira em que o aluno manipula imagens projetadas em vez de papel e caneta. A idéia é similar a de Johnny Lee, mas usa uma webcam comum no lugar do Wii Remote.

Segundo Sergio Cabral Cavalcanti, os professores podem elaborar o conteúdo e publicá-lo em Flip para ser usado em sala de aula de forma colaborativa. Cavalcanti diz que o objetivo e testas os protótipos em escolas públicas do Rio que tenham laboratórios de informática e Internet e conseguir financiamento do Ministério da Ciência e Tecnologia. Cada carteira custaria pelo menos US$ 300 (cerca de R$ 480).

É um projeto maravilhoso! Lamento que vá demorar pelo menos uns 10 anos até que essa seja nossa realidade. Se não houvesse tanto desvio de verbas destinadas a educação e a saúde, certamente viveríamos bem melhor…

Fonte:http://odia.terra.com.br/tecnologia/htm/sem_giz_quadro_nem_papel_192132.asp

Três funcionalidades que facilitariam minha vida

Três funcionalidades que facilitariam minha vida( E talvez a sua também):

1 – Poder ordenar as buscas do Google por data

Não entendo porque não existe esta opção. Ao se fazer uma busca no Google Notícias ou Blog Search, é possível ordenar por ordem cronológica. No Google não é permitido. Suponho que seja por causa da performance, mas é chato demais ficar procurando por uma informação e ter que ficar conferindo de um por um se o conteúdo é velho ou novo. Uma ordenação facilitaria muito essa busca.

2 – Botão de parar (e não apenas pausar) um vídeo no YouTube

Às vezes me empolgo e abro dois ou mais vídeos do YouTube para assistir (Principalmente quando são videos engraçados). Quando você abre a janela, automaticamente já começa a carregar o vídeo. Então se eu abrir 5 janelas, são 5 vídeos carregando, mesmo que eu aperte o botão de pausa. Ele só deixa de executar, mas continua baixando o vídeo. Tendo o botão de parar, poderia interromper este carregamento de uns vídeos enquanto vejo outros, não pesando tanto na conexão.

3 – Opção de exibir somente as mensagens não lidas no GMail

Ah, esta funcionalidade para mim seria a mais importante. Costumo, como a maior parte das pessoas, colocar filtros no email para direcionar para ir direto para os marcadores. Desta forma, fica mais fácil de visualizar. Só que algumas mensagens não se encaixam nos filtros e ficam soltas. Daí para ficar procurando por aquela mensagem perdida, perco um tempão, ou então tenho que fazer uma busca por “in:inbox is:unread”.

Não entendo como o maravilhoso Gmail não tem esse serviço (ainda). Nesse momento tenho 825 e-mails não lidos. o grande problema é que ficam todos juntos, imagine quantas páginas terei que voltar para ler todos?? Aí eu desisto!