HTC lança novo celular baseado em Android

A taiwanesa HTC, uma das maiores fabricantes de smartphones em todo o mundo, anunciou o lançamento de mais um aparelho baseado no sistema operacional Android, da Google. O HTC Tattoo aposta no baixo custo, personalização e em uma nova interface gráfica para conquistar os usuários.

O aparelho é um smartphone GSM quadribanda com tela sensível ao toque de 2.8 polegadas (240 × 320 pixels), 512 MB de ROM, 256 MB de RAM, memória expansível com cartões microSD, Bluetooth, Wi-Fi, Rádio FM, GPS, bússola eletrônica (como no iPhone 3GS) e uma câmera de 3,2 MP.

O HTC Tattoo tem a nova interface gráfica Sense, desenvolvida pela própria HTC e que estreou em outro aparelho, o HTC Hero, e geralmente considerada superior à interface original do Android em beleza e usabilidade. Um vídeo (em inglês) demonstrando a nova interface pode ser assistido no site da PC World pelo atalho tinyurl.com/l7mug6.

A empresa também aposta na individualização como forma de atrair o consumidor: os usuários poderão criar suas próprias capas para o aparelho, ou escolher um entre vários designs pré-existentes. Como no HTC Hero, a tela de toque do Tatoo terá tratamento contra marcas de dedos e o corpo do aparelho será revestido com Teflon para evitar riscos.

Segundo a HTC, o Tattoo deve chegar às lojas na Europa em outubro deste ano e, após isto, em “mercados selecionados”. Embora o preço sugerido não tenha sido divulgado, acredita-se que o aparelho será uma alternativa de baixo custo a modelos já existentes como o Hero ou Magic.

A HTC deve anunciar, em meados de setembro, o lançamento de seu primeiro smartphone Android no mercado brasileiro. Entretanto, o “timing” do anúncio torna improvável que ele seja o HTC Tattoo. A aposta é no HTC Hero, o modelo “high end” da empresa.

Fonte: Geek

Gostei deste aparelho! Ele é bem simpático e tem um boa performance como Smartphone!

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Futuro dos jornais pode estar nas telas dos smartphones

Nos últimos anos, os jornais impressos têm enfrentado uma dura batalha contra a internet e a livre circulação da informação, tendo visto quase todas as suas funções tradicionais serem roubadas por serviços gratuitos, instantâneos e interativos de informação na web. Mas, uma nova tendência que está surgindo nos Estados Unidos pode ser um dos caminhos para a sobrevivência econômica dos jornais.

Um artigo publicado pelo site Wired cita acordos recentes de grandes jornais como The Washington Post, Times e The Boston Globe como uma tendência que poderá se tornar padrão nos próximos anos. Estes jornais concordaram que a Amazon vendesse leitores eletrônicos com desconto para seus assinantes de conteúdo online moradores de áreas não cobertas pela entrega de jornais.

Segundo o artigo, a Hearst Corp, gigante americana do setor de comunicações, deve lançar em breve um leitor eletrônico próprio com uma tela maior do que os leitores eletrônicos já existentes no mercado, com o objetivo de aproximar a experiência virtual com a leitura tradicional de jornais e revistas impressos.

A Microsoft também poderia estar preparando para os próximos anos um jornal eletrônico transmitido através de um “papel” dobrável e sensível ao toque.

Mas, segundo o artigo do Wired, o principal diferencial dos leitores eletrônicos móveis em relação aos computadores normais é a possibilidade de identificarem a localização exata do usuário, permitindo que sejam transmitidas informações específicas sobre o local onde a pessoa se encontra.

“Estamos descobrindo que um número cada vez maior de jovens estão adquirindo notícias através dos seus smartphones”, afirmou Geeta Dayal, professora de uma disciplina sobre telefones celulares e jornalismo no curso de comunicação da Universidade da Califórnia. “E, quanto mais as pessoas usam seus telefones celulares para ter acesso a informações, mais eles vão querer saber o que está acontecendo onde eles estão no momento”, acrescentou.

Deste modo, se desenha como um futuro possível para os jornais o de produzir informação “hiperlocal”, um tipo de serviço já prestado pelo site americano Yelp, cuja versão de aplicativo para o iPhone oferece indicações de restaurantes e serviços próximos ao local onde o usuário do telefone se encontra.

O artigo da Wired acredita que, dentro de alguns anos, os usuários de smartphones e outras tecnologias móveis vão ser os principais usuários dos serviços de informações pagas através da web, justamente por estarem interessados em conteúdos específicos do local onde eles se encontram.

Fonte: Odia