Estudo avaliará impacto de celulares na saúde

Um novo estudo examinando a relação entre o uso de aparelhos celulares e problemas de saúde no longo prazo, como câncer e doenças neurológicas, foi lançado em cinco países europeus. A pesquisa deve durar algumas décadas.

Organizadores disseram que o estudo Cohort sobre Comunicações Celulares (Cosmos, sigla em inglês) seria a mais ampla realizada sobre o tema, examinando mais de 250 mil pessoas entre 18 e 69 anos de idade na Grã-Bretanha, Finlândia, Holanda, Suécia e Dinamarca.

O professor Paulo Elliott, principal cientista na Imperial College de Londres para a parte britânica do estudo, disse que dados de pesquisas anteriores que examinaram a relação com a saúde têm sido, até agora, tranquilizadores, mas apontou que essas pesquisas frequentemente se limitam a um período de cerca de 10 anos.

Como muitas formas de câncer demoram mais tempo para se desenvolverem e os aparelhos celulares ainda são recentes, Elliott disse que há a necessidade de um estudo de longo prazo.

O estudo Cosmos observará os efeitos durante um período de tempo maior, de 10, 20 ou 30 anos. O monitoramento a longo prazo permitirá mais tempo para o desenvolvimento de possíveis doenças.

Entidades como a Organização Mundial da Saúde, a Sociedade Americana do Câncer e o Instituto Nacional de Saúde, todas concluíram que provas científicas até agora não demonstram efeitos prejudiciais à saúde associados ao uso de aparelhos celulares.

Tem um amigo meu que fala isso há um bom tempo… Que dentro de alguns anos, descobriremos várias doenças devido a utilização de celulares, notebooks e outros…

Fonte: G1

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Atualização de antivírus trava computadores

Uma atualização do programa de antivírus da empresa McAfee lançada na quarta-feira (21) travou computadores em todo o mundo. O motivo foi que o software identificou um arquivo comum do Windows como vírus.

Computadores de empresas, hospitais e escolas não puderam ser utilizados pois o Windows automaticamente após a versão coorporativa do antivírus colocar o arquivo em quarentena. Após o problema ser identificado, a McAfee lançou uma correção para o problema.

A empresa disse que não conseguiu quantificar quantos computadores foram afetados com o problema, mas estima-se, que apenas nos Estados Unidos, o número chegou a centenas de milhares. A McAfee, em comunicado, disse que a versão para consumidores domésticos não apresentou o problema e que está investigando o que ocorreu para evitar novos erros.

Até a atualização ser lançada, as empresas tiveram que verificar os computadores manualmente para corrigir o problema.

Um programa antivírus identificar um arquivo normal do Windows como uma praga não é algo incomum. No mês passado, um software da Bitdefender travou diversos PCs rodando diferentes versões do Windows. O problema também foi corrigido.

Essa não é nenhuma novidade. Existem inúmeros anti virus que detectam executáveis ou mesmo arquivos do windows como vírus… Tive esse problema com o Avast, Avira, Kaspersky e AVG! Atualmente estou usando o Microsft Security. Muito bom e leve tbm… Vale a pena!!

Fonte: G1

Futuro dos jornais pode estar nas telas dos smartphones

Nos últimos anos, os jornais impressos têm enfrentado uma dura batalha contra a internet e a livre circulação da informação, tendo visto quase todas as suas funções tradicionais serem roubadas por serviços gratuitos, instantâneos e interativos de informação na web. Mas, uma nova tendência que está surgindo nos Estados Unidos pode ser um dos caminhos para a sobrevivência econômica dos jornais.

Um artigo publicado pelo site Wired cita acordos recentes de grandes jornais como The Washington Post, Times e The Boston Globe como uma tendência que poderá se tornar padrão nos próximos anos. Estes jornais concordaram que a Amazon vendesse leitores eletrônicos com desconto para seus assinantes de conteúdo online moradores de áreas não cobertas pela entrega de jornais.

Segundo o artigo, a Hearst Corp, gigante americana do setor de comunicações, deve lançar em breve um leitor eletrônico próprio com uma tela maior do que os leitores eletrônicos já existentes no mercado, com o objetivo de aproximar a experiência virtual com a leitura tradicional de jornais e revistas impressos.

A Microsoft também poderia estar preparando para os próximos anos um jornal eletrônico transmitido através de um “papel” dobrável e sensível ao toque.

Mas, segundo o artigo do Wired, o principal diferencial dos leitores eletrônicos móveis em relação aos computadores normais é a possibilidade de identificarem a localização exata do usuário, permitindo que sejam transmitidas informações específicas sobre o local onde a pessoa se encontra.

“Estamos descobrindo que um número cada vez maior de jovens estão adquirindo notícias através dos seus smartphones”, afirmou Geeta Dayal, professora de uma disciplina sobre telefones celulares e jornalismo no curso de comunicação da Universidade da Califórnia. “E, quanto mais as pessoas usam seus telefones celulares para ter acesso a informações, mais eles vão querer saber o que está acontecendo onde eles estão no momento”, acrescentou.

Deste modo, se desenha como um futuro possível para os jornais o de produzir informação “hiperlocal”, um tipo de serviço já prestado pelo site americano Yelp, cuja versão de aplicativo para o iPhone oferece indicações de restaurantes e serviços próximos ao local onde o usuário do telefone se encontra.

O artigo da Wired acredita que, dentro de alguns anos, os usuários de smartphones e outras tecnologias móveis vão ser os principais usuários dos serviços de informações pagas através da web, justamente por estarem interessados em conteúdos específicos do local onde eles se encontram.

Fonte: Odia

Arroz pode salvar aparelho eletrônico que cai na água

Segundo o site Lifehacker, enterrar aparelhos eletrônicos que tenham caído na água em uma montanha de arroz pode “salvá-los”. Teoricamente eles teriam ficado inutilizados, mas se forem colocados sob o cereal toda a umidade é absorvida e consequentemente o telefone, câmera, mp3 player ou algo do tipo ressuscita.

Para que o procedimento dê certo é necessário que o ar do local onde o arroz estiver tenha baixíssimo nível de umidade. Dessa forma, as chances de recuperação do eletrônico são de quase 100%. Se por acaso você der um mergulho com o celular ou mp3 no bolso já sabe o que fazer para não ficar no prejuízo.

Espero não precisar fazer o teste…Mas caso precise vou tentar!
Acho até que vou jogar um celular velho na água para testar! Melhor não…

Fonte: Odia

Maquina de Escrever no Twitter?

twitteira

A Oomlout, empresa britânica especializada na venda de peças e kits para aficcionados por eletrônica, desenvolveu um meio curioso para ficar por dentro de tudo o que é dito no Twitter: conectou à internet uma máquina de escrever elétrica, que transcreve automaticamente em papel sulfite, em duas vias com papel carbono, todas as mensagens.

A máquina de escrever ‘twitteira’, denominada “TwypeWritter”, utiliza máquina de escrever Smith Corona modelo XL 2700 ligada a uma placa Arduino, popular por seu baixo custo, expansibilidade e mentalidade Open Source. A placa foi conectada a uma interface de rede que, por sua vez, foi ligada à internet.

Um software funcionando na Arduino acompanha constantemente o Twitter em busca de mensagens que tenham uma “hashtag” (nome dado às palavras-chave usadas pelos usuários) específica. O texto é recebido através de uma interface serial e transcrito para o papel.

Os hackers não documentaram a interface entre a Arduino e a máquina de escrever, mas liberaram o código-fonte do software na página oficial do projeto, oomlout

Fonte: Odia

Incrível!! Já temos uma nova função para aquela máquina de escrever parada…

Jogo no Twitter

Entre notícias, fofocas, piadas e comentários sobre o ser e o nada, mensagens enigmáticas começaram a circular no Twitter. Pessoas adquirindo armas, alugando esconderijos, tramando a morte de adversários. Por sorte, como boa parte do que passa pelo microblog, é só brincadeira. Chama-se Spymasters o jogo que se infiltrou na rede e conquista adeptos. Se algum contato mandar uma mensagem convidando-o para entrar numa spy ring (grupo de jogadores), saiba que se trata de mais um que entrou na onda.

Não é preciso esperar um convite, basta acessar http://playspymaster.com. Spymaster é baseado no Twitter e a quantidade de seguidores do seu perfil e de seguidores inscritos no Spymaster são determinantes para seu sucesso no submundo.

O primeiro passo é escolher uma organização para se filiar: a americana CIA, a britânica M16, ou a russa FSB. A escolha influencia na característica do seu perfil como agente, e não pode ser trocada. A mecânica é similar a de outros jogos de estratégia. O personagem tem, por atributos, pontuações, que pesam no desenrolar do jogo. Por exemplo, você terá sempre pontos de Saúde (Health) e Energia (Energy). Para cumprir tarefas, gasta-se pontos de energia. Se ela chegar a nível muito baixo, fica-se impedido de executar missões. E para recuperar esses pontos é preciso tempo.

O primeiro passo é ir ao mercado negro (Black Market) adquirir armas e equipamentos. Essas peças têm preços e poder de ataque ou defesa variados. Imagine que você precisa delas para equipar seu grupo de espiões (spy ring). Depois, busque missões (Tasks) para ser pago. Cada missão tem um gasto de energia e um nível de risco baixo, médio ou alto (low, mid, high). Para algumas missões é preciso armas específicas. Afinal de contas, uma faca pode bastar para coagir um adversário, mas não para invadir uma embaixada.

Trama assassina

Outra maneira de ganhar poder é eliminar outros agentes. É preciso escolher bem os adversários, dos quais o jogador sabe apenas em que nível está no jogo, e o grau de risco. Só depois de tramar a emboscada é que se descobre a probabilidade de sucesso. Mas então pode ser tarde. Se a missão for cumprida, o jogador ganha todos os equipamentos do rival e passa a controlar sua rede de espiões. Se apenas o ferir, pode faturar parcialmente. Se perder ou for ferido, o jogador perde posses e pontos. No cálculo do combate pesam seus pontos de ataque e defesa e a quantidade de seguidores.

Espião de bolso cheio

O jogador precisa sempre ter recursos em caixa para comprar equipamentos. Uma estratégia e cumprir várias tarefas e comprar um esconderijo (safehouse). O abrigo pode ser alugado, o que garante uma renda. Quando conseguir acumular um montante considerável, o melhor é transferir uma parte para uma conta na Suíça. Mas isso não vale para iniciantes. Suas armas podem ser vendidas no mercado negro, mas ela perdem 60% do valor na transação. Permitir que o Twitter publique seus passos no jogo também rende alguns trocados. Mas, nesse ramo, o segredo pode valer mais.

Fonte: Odia

Empresa lança o celular mais resistente do mundo

s1

A montadora Land Rover decidiu se unir à empresa Sonim para criar o celular mais resistente do mundo. Batizado de S1, o aparelho “indestrutível” passou no teste depois de ser atirado do alto de um edifício, ser pisoteado por um elefante e assado em um forno.

A ideia é vender esse equipamento principalmente para operários de construção e pessoas que trabalham em ambientes propensos a acidentes.

Durante o teste de resistência, o celular S1 também foi “atropelado” por um jipe, ficou imerso em lama e aguentou o peso de um elefante.

Apesar da aparência robusta, o celular traz recursos comuns a outros equipamentos do gênero, como câmera de 2.0 megapixel e um toque com volume bem alto, que pode ser ouvido acima do som de máquinas em operação. O fabricante confia tanto na robustez do celular que ele vem com três anos de garantia.

Por enquanto, o S1 está à venda apenas em supermercados da rede Tesco, no Reino Unido. Em plano pré-pago, o valor do celular é de R$ 797.

Fonte: Epoca

Só lamento que não tenha a função Touchscreen… Ficou devendo!